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Exu Infame

Esta obra nasce como um tributo à força transgressora de José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso), ícone do teatro brasileiro que, em vida, recebeu da Ialorixá Mãe Stella de Oxóssi a patente de "Exu, senhor das artes cênicas". Apropriando-se desse título e da trajetória do diretor, o projeto construiu a entidade poético-espiritual Exu Infame. O termo "infame" é aqui ressignificado como um selo de autenticidade e rebeldia contra o convencionalismo e a estagnação. Configurada como uma Tronqueira, a instalação é ativada por esculturas, pontos riscados que incorporam a bigorna (símbolo do Teatro Oficina) e uma instalação sonora com pontos cantados compostos para a entidade. O trabalho convida o público a um ritual de performance para "acender o fogo da criação", invocando o Exu Infame como guardião das sete artes e abridor de caminhos para uma criatividade radical e libertária.

Catálogo da Exposição

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A série Bibliomancia, iniciada em 2013, apropria-se da antiga prática oracular homônima que consiste em abrir livros aleatoriamente para buscar presságios em trechos sorteados. Guiado por esse acaso, o artista intervém em volumes garimpados imprimindo autorretratos diretamente sobre as páginas reveladas, estabelecendo um diálogo imprevisto e por vezes irônico entre a sua própria imagem e o conteúdo textual preexistente. Nessas obras, o livro atuar como um corpo escultórico e um relicário aberto, onde a fusão entre a mancha gráfica da palavra e a figura humana gera novas narrativas.

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